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Aldo pretende encerrar contrato com UFC em eventos no Brasil em 2019

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Manauara planeja cumprir as três lutas restantes nas edições deste ano

O Ultimate Fighting Championship planeja promover três edições no Brasil em 2019. O primeiro está marcado para 2 de fevereiro, em Fortaleza. E os eventos em território brasileiro este ano poderão encerrar a trajetória de José Aldo na organização. O ex-campeão peso pena disse que pretende aproveitar os shows agendados no país para disputar as três lutas restantes no contrato com o franquia.

Aldo será uma das atrações no UFC em Fortaleza. Ele enfrentará Renato Moicano no coevento principal da noite, duelo que seria o principal e acabou ‘rebaixado’ depois que o manauara e seu treinador, André Pederneiras, optaram por um duelo de três rounds e não em cinco assaltos, como tradicionalmente ocorre no combate mais importante dos eventos.

Pederneiras e Aldo estiveram com a imprensa no Rio de Janeiro, nesta quinta-feira, e comentaram a situação contratual com o UFC. O técnico e líder da equipe Nova União disse que houve um pedido para que o ex-campeão cumprisse os três combates restantes no vínculo nos eventos no Brasil.

“Na verdade, a gente pediu que o contato do Aldo fosse finalizado todo no Brasil, que desse aos fãs as últimas três lutas. Passamos para o Dana e aparentemente isso vai acontecer”, explicou André Pederneiras, seguido pelo próprio Aldo, que foi além e revelou ter tornado oficial o desejo de entrar no card do UFC previsto para maio, na Arena da Baixada, em Curitiba.

O manauara explicou aos jornalistas que a prioridade é ter uma vida saudável e sem riscos. Com isso, ele decidiu deixar o UFC após as três lutas restantes para o fim do atual compromisso. “Não quero dar meu dinheiro para comprar minha saúde de volta. Porque hoje eu estou dando a minha saúde para pegar o dinheiro. Mas eu não quero fazer isso: quero estar bem, poder aproveitar o crescimento da minha filha, minha família também, minha esposa, poder viajar, poder sorrir um pouco, brincar, sem esse lado de lutar até os 40 anos, como eu vejo nossos grandes ídolos fazerem e terem uma má performance”, reiterou.

Aldo reforçou que a ideia é encerrar de forma positiva a trajetória no UFC. “No dia em que eu não estiver no meu ritmo, que não puder manter minha explosão física, pode me tirar, porque eu acho que não vai mais ser hora de estar ali dentro. Não quero lutar por dinheiro. Me programei a vida inteira para estar bem financeiramente para que eu pudesse parar sem problema, quando quisesse”, declarou.

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Filha de Michael Jackson é internada em clínica para melhorar a sua saúde mental

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Decisão foi da própria Paris Jackson, de acordo com fonte do site E! News

Paris Jackson, filha do Rei do Pop Michael Jackson, está internada em uma clínica para reabilitação de sua saúde mental. A decisão pela internação foi da própria Paris, de acordo com uma fonte do site E! News.

“Depois de um ano ocupada com compromissos de trabalho que a levaram por todo o mundo, Paris decidiu que precisava tomar um tempo para se recuperar, realinhar e priorizar a sua saúde física e mental”, contou uma fonte próxima à modelo.

O objetivo da modelo é estar revitalizada e pronta os seus novos projetos, que já a esperam. De certa a forma, a notícia acalma um poucos seus fãs e seguidores, que começaram a especular que Paris poderia estar enfrentando algum tipo de problema, quando ela parou de fazer posts em suas redes sociais, no meio de dezembro.

Além disso, a modelo não compareceu à viagem de reunião de sua família em Tóquio, no Japão, na época de festas de final do ano. Isso também chamou a atenção de todos, uma vez que ela é bem próxima de seus irmãos mais novos.

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Apple diz que a Qualcomm não quis fornecer chips para os novos iPhones

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Apple e Qualcomm mantêm uma disputa judicial sobre patentes que já dura dois anos e parece longe do fim. Agora, mais um episódio dessa novela apimenta ainda mais essa briga: a Maçã afirma que gostaria de usar os componentes da fabricante de chips em seus iPhones mais recentes (XrXs e Xs Max), mas não pôde justamente por conta do processo em andamento.

A revelação foi feita pelo COO da Gigante de Cupertino, Jeff Williams, durante seu testemunho ao órgão regulador do mercado ianque, o Federal Trade Comission (FTC), nesta segunda-feira (15). A declaração faz parte do julgamento e, segundo o CNet, o executivo afirma que a Qualcomm atualmente só continua fornecendo itens para os iPhones mais antigos, até o 7 e o 7 Plus — os últimos antes do início do litígio.

Williams também afirmou que paga caro por cada modem utilizado nos iPhones, US$ 7,50 por dispositivo — ele diz que um valor mais “justo” seria de US$ 1,50. Além disso, ele adiantou que a dependência de chips da Intel para conectividade deve atrasar o uso do 5G nos próximos aparelhos, já que seus modems só devem estar preparados para a próxima geração de internet móvel em 2020.

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Fonte: Engadget

“Não conseguimos fazer com que eles nos apoiassem em nossas novas conquistas em termos de design no passado (quando a Apple entrou com processo) e isso tem sido um desafio para nós”, comentou Williams. “A estratégia foi também de manter duas fontes de fornecimento em 2018 (de modems). Estávamos trabalhando para fazer isso com a Qualcomm, mas, no final, eles não nos apoiariam e nem mesmo venderiam processadores.”

Bem, enquanto o conflito continua, isso pode ser especialmente ruim para a Apple, pois assim os iPhones devem estrear suas versões com 5G um pouco mais tarde no mercado — enquanto rivais como Samsung e LG, que vão usar o modem X50 da Qualcomm; além das companhias chinesas, já estarão com seus produtos nas prateleiras.

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Quem inventou o WhatsApp? Veja oito curiosidades sobre a história do app

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Com mais de 1 bilhão de usuários no mundo, conheça a história do maior aplicativo de mensagens do Brasil

O aplicativo WhatsApp revolucionou a forma de se comunicar com o mundo. O serviço grátis para celulares Android e iPhone (iOS) permite enviar mensagens ilimitadas para contatos telefônicos a partir de uma conexão de Internet (Wi-Fi ou 3G/4G). Mesmo com uma rede de mais de 100 milhões de usuários no Brasil (mais de um bilhão no mundo) e uma média de 42 bilhões de recados enviados por dia em todos os continentes, o serviço surgiu a partir de um fracasso. Além disso, antes de se tornar o maior aplicativo de mensagens, o software era disponibilizado apenas para uma plataforma.

Para conhecer o mensageiro comprado pelo Facebook há mais de quatro anos, o TechTudo preparou uma lista de curiosidades sobre o rival do Telegram. Conheça a seguir quem foi o inventor, saiba o primeiro design da plataforma e como o WhatsApp chegou ao Brasil.

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  1. Quem inventou o WhatsApp?
    Incomodado com o fato de perder inúmeras ligações ao ir para a academia, Jan Koum decidiu criar um aplicativo capaz de ver se a pessoa estaria disponível para receber chamadas ou não. Diante das possibilidades que caberiam nos celulares, principalmente no iPhone, Jan Koum e Brian Acton decidiram criar um app que revolucionaria o universo da comunicação em 2009.

Os dois se conheceram na década de 90 enquanto trabalhavam para o Yahoo. Logo após pedirem demissão, em 2008, decidiram desenvolver um aplicativo que mostrasse o status das pessoas em seus celulares. No entanto, nem mesmo o fracasso inicial do serviço foi capaz de desanimar a dupla, que decidiu transformar o software em um aplicativo de mensagens. Koum decidiu nomear o app de “WhatsApp” porque relembrava a gíria “What’s up?” (algo semelhante a “E aí?” ou “O que está rolando?”, em português).

Jan Koum, CEO do Whatsapp em evento da Alemanha — Foto: Divulgação/DLD Jan Koum, CEO do Whatsapp em evento da Alemanha — Foto: Divulgação/DLD
Jan Koum, CEO do Whatsapp em evento da Alemanha — Foto: Divulgação/DLD

  1. Quem foram seus primeiros desenvolvedores?
    Para desenvolver a empreitada, Jan e Brian tiveram a ajuda do russo Igor Solomennikov, responsável pela primeira programação do app. Os três se conheceram em uma reunião de amigos em comum e o programador aceitou na hora o convite para ajudá-los. Entretanto, a versão 1.0 do aplicativo era muito instável e ainda não era um mensageiro, pois servia apenas para avisar se o usuário estava disponível ou não para receber chamadas. Porém, com o passar do tempo e a ascensão do app, a empresa se expandiu e chegou a ter cerca de 35 funcionários para milhões de pessoas.
  2. Como era o primeiro design do app?
    Com a transição do WhatsApp de um visualizador de status para um aplicativo de mensagens instantâneas, a ideia se espalhou rapidamente e o app foi sendo baixado em inúmeros celulares. A primeira versão era baseada apenas em mensagens enviadas e recebidas a partir do número da agenda telefônica do usuário, como ainda é hoje. No entanto, com as novas atualizações, foi possível também enviar e receber fotos. Posteriormente, em 2015, foi adicionado o recurso de chamada de voz e no ano seguinte chegou a função para chamadas de vídeo.

WhatsApp Beta para Android permite fazer ligações de áudio e vídeo em grupo — Foto: Helito Beggiora/TechTudo WhatsApp Beta para Android permite fazer ligações de áudio e vídeo em grupo — Foto: Helito Beggiora/TechTudo
WhatsApp Beta para Android permite fazer ligações de áudio e vídeo em grupo — Foto: Helito Beggiora/TechTudo

  1. De onde surgiu o dinheiro para a criação?
    Com o crescimento do app e o alcance de 250 mil usuários em 2009, a necessidade de servidores mais potentes e de pessoas para gerenciar o aplicativo era evidente. Assim, o co-fundador do WhatsApp, Brian Acton, convenceu cinco funcionários do Yahoo a investirem 250 mil dólares na empresa. Com essas doações, a empresa adquiriu um suporte muito maior e conseguiu criar novas atualizações capazes de impulsionar ainda mais o crescimento do programa. Ao observar o avanço da empresa de Jan e Brian, inúmeros negociadores procuraram investir no aplicativo em seguida.

Negociadores investiram milhões no auge do app — Foto: Luciana Maline/TechTudo Negociadores investiram milhões no auge do app — Foto: Luciana Maline/TechTudo
Negociadores investiram milhões no auge do app — Foto: Luciana Maline/TechTudo

  1. Principais plataformas disponíveis

Nos primeiros anos o WhatsApp era exclusivo para iPhone, ou seja, só quem tinha o sistema iOS da Apple poderia obter o aplicativo. Porém, a partir de 2010, as versões para BlackBerry, Android e Symbian foram liberadas. No caso do Windows Phone, o serviço só chegou um ano depois, em 2011. Apesar de ter sido lançado gratuitamente, o aplicativo teve uma variante paga a partir do segundo ano de uso, com um valor de US$ 0,99 por ano. Isso contribuiu para o enriquecimento da empresa e a valorização dela no mercado. Hoje em dia, o WhatsApp é grátis para todas as plataformas.

Baixar a APK do WhatsApp no Android — Foto: Reprodução/Anna Kellen Bull Baixar a APK do WhatsApp no Android — Foto: Reprodução/Anna Kellen Bull
Baixar a APK do WhatsApp no Android — Foto: Reprodução/Anna Kellen Bull

  1. WhatsApp no Brasil
    O aplicativo chegou ao Brasil no mesmo ano em que foi lançado no mundo, em 2009. A princípio, apenas os usuários de aparelhos da Apple podiam usufruir do mensageiro. O WhatsApp se tornou o aplicativo de smartphone mais popular do Brasil e tem uma base de 100 milhões de usuários no país atualmente. Empresas, trabalhadores, consumidores, adultos e crianças utilizam do software para enviar mensagens instantâneas simultaneamente. Dessa forma, o Brasil se tornou uma das maiores audiências no mundo para o WhatsApp.
  2. Venda para o Facebook
    Após dois anos de negociações, os fundadores do WhatsApp se renderam aos investimentos de Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, e aceitaram vender o aplicativo por cerca de US$ 19 bilhões (cerca de R$ 70 bilhões, em conversão direta). A venda foi feita em fevereiro de 2014 e, na época, o aplicativo era usado por mais de 400 milhões de pessoas por mês. Hoje, a média ultrapassa 1 bilhão de usuários.
  3. WhatsApp hoje
    O aplicativo desenvolveu inúmeras formas de manter os seus usuários ainda mais fiéis. Com diversas atualizações em todos os sistemas operacionais de smartphones, o WhatsApp inaugurou diversas novas modalidades no aplicativo, como enviar fotos e vídeos, fazer ligações de forma nativa, mandar figurinhas (stickers), enviar localização em tempo real e mandar GIFs. Além disso, o serviço valoriza a privacidade de seus usuários e por isso, adotou a criptografia de ponta a ponta como método para proteger as conversas. A medida já gerou situações problemáticas com as autoridades de determinados países, como Brasil e Estados Unidos, impedidos de obter informações criminais por meio da quebra de sigilo das mensagens.

Whatsapp desenvolveu a criação de figurinhas (stickers) — Foto: Eduardo Manhães/ Techtudo Whatsapp desenvolveu a criação de figurinhas (stickers) — Foto: Eduardo Manhães/ Techtudo
Whatsapp desenvolveu a criação de figurinhas (stickers) — Foto: Eduardo Manhães/ Techtudo

Contatos aparecem sozinhos no WhatsApp? Saiba como resolver no Fórum do TechTudo.

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