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Política

Prefeitura entrega quadra poliesportiva no Jardim Valéria

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Os moradores do bairro Jardim Valéria estavam em festa! E não era pra menos. Eles acabaram de receber um importante reforço nas áreas de esporte, educação e lazer. O Governo Municipal entregou à população mais uma quadra poliesportiva na tarde desta quinta-feira (17). Além da prática esportiva de futebol, handebol, basquete e vôlei, o espaço também oferece arquibancadas e vestiários equipados com sanitários com área para banho.

Uma quadra foi obtida com recursos superiores a R $ 580 mil, fundos do Fundo de Desenvolvimento da Educação (FNDE), com contrapartida do tesouro municipal. O equipamento será administrado pela Escola Municipal Anísio Teixeira. No total, 1500 crianças e adolescentes têm a possibilidade de usufruir do espaço.

Na oportunidade, o Prefeito Herzem Gusmão celebrou uma entrega de mais um equipamento para a comunidade. “Estamos muito felizes com o poder de iniciar o ano com tantas realizações. “Hoje estamos entregando o mais importante para todo o bairro, que vai integrar as práticas esportivas e de lazer”, destacou.

Quem também comemorou a entrega da quadra foi o Presidente da Associação de Moradores do bairro Jardim Valéria, Lao Eduardo. Para ele a quadra “vai contribuir com os projetos que a Associação desenvolve. Uma quadra completa, coisa de primeiro mundo! Só temos um agradecer ao Governo Municipal pela obra e nos comprometemos a conservá-la ”, disse.

Para Andreia Rocha, mãe de 3 alunos da Escola, a quadra vai contribuir muito para as práticas esportivas no bairro. “Eu pratico esporte, meus filhos também. Essa quadra vai melhorar muito as condições para prática de esportes aqui no bairro. Valorizou muito o bairro, estávamos precisando muito dessa quadra”, afirmou.

Mais Quadras – Durante a solenidade, o prefeito Herzem Gusmão anunciou a entrega de outra importante quadra para a população. Trata-se da quadra da Escola Municipal Frei Serafim do Âmparo, no bairro Vila Serrana. O ato de entrega será realizado na próxima quinta-feira (24). Além dessa, também estão sendo construídas quadras poliesportivas no distrito de Iguá e no povoado do Simão.

Política

Lava Jato para a mineração

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Sinal vermelho

A Lava Jato prepara uma “razzia” no setor de mineração.

O atual ministro de Minas e Energia, almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Junior, e o ministro da Justiça Sérgio Moro são amigos e tocam de ouvido há quatro anos.

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Rainha Elizabeth publica mensagem em apoio às vítimas de Brumadinho

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No texto, ela lamenta a perda de vidas e a devastação causadas pela tragédia em MG

No texto, ela lamenta a perda de vidas e a devastação causadas pela tragédia em MG

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Política

Não entendi a polêmica, diz delegado que vetou saída de Lula

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Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva 06/06/2016 REUTERS/Ricardo Moraes

“Eu não entendi a polêmica. Não entendi qual foi a parte que não entenderam que simplesmente não era possível e não dependia da boa vontade de ninguém. Apenas não havia condições logísticas e policiais suficientes para garantir a segurança do próprio conduzido e dos agentes empregados numa grande operação policial que seria para efetivar um pedido como esse”, afirmou Flores durante coletiva da força-tarefa da Lava Jato sobre a fase 59 da Operação, deflagrada nesta quinta, 31.

O irmão de Lula morreu na terça, 29, e foi sepultado na quarta, 30, em São Bernardo do Campo, na região do ABC paulista. Os advogados do ex-presidente pediram autorização para que ele pudesse sair da sala especial que ocupa na sede da PF em Curitiba – onde cumpre pena de 12 anos e um mês de reclusão no processo do triplex do Guarujá – e ir ao velório de Vavá. O superintendente se manifestou contra a saída de Lula.

No parecer, o delegado afirmou que os helicópteros que poderiam ser utilizados na transferência do ex-presidente foram deslocados para atender as vítimas do desastre de Brumadinho, em Minas.

“Imagine se nós usássemos uma aeronave particular, emprestada por alguém não se sabe quem, conduzida por um piloto que não se sabe quem ou o que está passando pela cabeça, conduzindo um ex-presidente da República com policiais federais armados”, afirmou Flores. “Quem garante que ele vá para o destino que ele deveria ir?”, questionou.

Luciano Flores afirmou que a provável concentração de manifestantes, pró e contra Lula, em torno do cemitério em São Bernardo do Campo, onde Vavá foi enterrado, era outra preocupação dos policiais.

O delegado disse que o cenário atual e a dificuldade para garantir a presença do ex-presidente no velório eram grandes, inclusive quando comparadas com a liberação do petista para ver a mãe quando de sua prisão na ditadura militar, em 1980.

“Pode ser feito não significa que deve se feito. Cada caso precisa ser analisado. E assim são deferidos vários pedidos anualmente para que os presos possam ir ao velórios. Eu não conheço nenhum caso, desses milhares que já foram deferidos, em que foi pego um preso de um estabelecimento penal onde estava recolhido, utilizado uma aeronave e gastos públicos milionários, para levá-lo a outro estado, onde houvesse uma militância e grande quantidade de manifestantes prós e contra. Eu não conheço na história do Brasil que isso tenha acontecido”, afirmou.

Polícia Federal é imparcial

Flores fez um desabafo sobre a recusa do pedido de Lula. Ele disse que a Polícia Federal não está contra ninguém e afirmou que a medida não teve nenhuma motivação ideológica.

“É necessário a gente aproveitar para esclarecer que não se trata de questão ideológica. A Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça Federal são instituições públicas que estão há muito tempo demonstrando sua imparcialidade no combate à corrupção, evitando que ocorram novamente desvios como esses como o que está sendo demonstrado aqui”, afirmou, em referência às investigações de um esquema de propinas na Transpetro, subsidiária da Petrobrás, alvo da fase 59 da Lava Jato.

O delegado disse que a Lava Jato não tem como foco um único partido ou apenas um governo. De acordo com ele, integrantes de diversas siglas já foram detidos pela operação, o que não significa que “um partido é bom ou ruim”.

“Significa que existem pessoas que praticam crimes, pessoas que podem estar filiadas a um partido, exercendo um cargo público ou exercendo nada, não ter nenhuma ideologia. Não é isso que define se a pessoa presta ou não, se deve ser presa ou não. São os fatos aos quais ela pode ser responsabilizada”, concluiu.

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